Publicado em: 01/11/2018 às 08h07

Reabilitação Oral analógica e digital, a nova língua

Paulo Rossetti traz informações de qual será o espírito do IN 2019.

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O poder da imaginação – ele muda o mundo. E que lugar melhor para encontrá-lo do que nas histórias de ficção científica?

A humanidade, quando sonha, antecipa maravilhas:

Dick Tracy tinha um rádio de pulso. Hoje, temos o mesmo, mas com imagens e mensagens. Buck Rogers e Flash Gordon, dois heróis do espaço, foram inspiração para o desenvolvimento de telescópios, sondas, viagens tripuladas e carros elétricos.

Em 1907, William Taggart desenvolveu a fundição por cera perdida. Hoje, desenhamos e fazemos as peças pelo CAD/CAM.

Em 1926, Beverly McCollum criou o pantógrafo (jaw writer, a máquina de escrever da mandíbula). Hoje, temos o articulador virtual capaz de simular os movimentos mandibulares.

O “facial moulage” da Ortodontia era uma máscara de gesso que dava a estimativa de crescimento. Tornou-se o escaneamento da face, associado à tomografia feixe cônico (TCFC), analisada pelos mais potentes programas de mensuração.

Implantes dentários, pilares, guias cirúrgicos: basta apertar alguns botões e teremos uma previsão de como mudar o sorriso do paciente.

Os limites entre a reabilitação analógica e digital só dependem da nossa imaginação.

Neste IN 2019, venha falar conosco esta nova língua.

Sejam bem-vindos!

 

Paulo Rossetti

Editor científico de Implantodontia da ImplantNewsPerio

 

 

 

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