ImplantNewsPerio 2017 | V2N5 | Páginas: 868-73

Avaliação da deformação superficial do osso gerada por cargas axiais em implantes de diferentes comprimentos

Evaluation of superfi cial bone deformation for axial loads with different implants lengths

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Autor(es):

Celeste Cecilia Urdaniga Hung1
Debora Elias Calabro1
Pedro Vera Barbaran1
Renata de Vasconcellos Moura2
Elcio Magdalena Giovani3
Alfredo Mikail Melo Mesquita4

1Mestrandos em Prótese Dentária – Universidade Paulista (Unip).
2Doutoranda em Prótese Dentária – Universidade Paulista (Unip).
3Professor titular da disciplina de Clínica Integrada e do Programa de pós-graduação/mestrado e doutorado – Universidade Paulista (Unip).
4Professor titular da disciplina de Prótese Dentária e do Programa de pós-graduação/mestrado e doutorado – Universidade Paulista (Unip).

Resumo:

Objetivo: avaliar, por meio de extensometria, a transmissão da carga mastigatória axial ao osso de suporte em próteses unitárias implantossuportadas por implantes de diferentes comprimentos. Material e métodos: em um bloco de poliuretano que simula 2 mm de osso cortical e o restante de medular, segundo a norma ASTM–F1839, com 22 mm x 16 mm x 150 mm, foram instalados quatro implantes cone-morse infraósseos 2 mm: G1) 4 mm x 7 mm; G2) 4 mm x 9 mm; G3) 4 mm x 11 mm; G4) 4 mm x 13 mm. Sobre os mesmos, foram instalados pilares do tipo esteticone e cilindros metálicos. Dois extensômetros lineares foram colados na superfície do bloco, tangenciando a plataforma de cada implante (mesial e distal). Em uma máquina de ensaio universal, foi aplicada uma carga de 100 N sobre a superfície oclusal de cada cilindro. Para cada grupo, foram realizados cinco medições e os dados obtidos em microdeformacão (μƐ). Foi verificada a normalidade dos dados pelo teste de Shapiro-Wilk e realizada a análise de variância 1 critério (p < 0,05), e o teste Tukey (p  0,5). Resultados: as médias e os desvios-padrão das amostras foram, respectivamente, G1: 346.16,3 ± 10,28 μƐ; G2: 216.91 ± 15,47 μƐ; G3: 114,41 ± 2,33 μƐ; e G4: 76.83,3 ± 7,13 μƐ. O teste de Shapiro-Wilk constatou a normalidade dos dados, e os testes Anova e Turkey a diferença estatística significante entre todos os grupos. Conclusão: para cargas axiais, implantes com menor comprimento produziram maior deformação no osso superfi cial.

Palavras-chave:

Extensometria; Implante; Cone-morse.

Abstract:

Purpose: the aim of this study was to evaluate, by extensometry, the transmission of the axial masticatory load to supporting bone around implants of different lengths. Material and methods: in a block of polyurethane that simulates 2 mm of cortical bone and the remaing of medullary bone, according to the ASTM-F1839 standard, with 22 mm x 16 mm x 150 mm, were installed 4 morse tappered dental implants, 2 mm subcrestal: G1) 4 mm x 7 mm; G2) 4 mm x 9 mm; G3) 4 mm x 11 mm; G4) 4 mm x 13 mm. Estheticone-like abutments and metallic cylinders were placed. Two linear strain gauges were bonded on block surface, tangential to the platform of each implant (mesial and distal). A 100 N load on the occlusal surface of each cylinder was applied to a universal test machine. For each group, five measurements and the data obtained in microdeformation (μƐ) were performed. The normality of the data was verified by the Shapiro-Wilk test and (p < 0.05) and Tukey's test (p  0.5). Results: the means and standard deviation of the samples were respectively G1: 346.16.3 ± 10.28 μƐ; G2: 216.91 ± 15.47 μƐ; G3: 114.41 ± 2.33 μƐ; G4: 76.83.3 ± 7.13 μƐ. The Shapiro-Wilk test exhibit the normality of the data, and the Anova and Turkey tests exhibit statistically significant difference between all groups. Conclusion: axial load produced more tension for short implants on the superficial bone.

Key words:

Extensometry; Dental implant; Morse tape implants.
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