ImplantNewsPerio 2018 | V3N1 | Páginas: 45-50

Estudo de comparação por extensometria entre dois modelos de implante: Extraoral e intraoral (estudo piloto)

Comparison study for extensometry between two implant models: extra-oral and intraoral (pilot study)

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Autor(es):

Pedro Miguel Vera Barbarán1
Celeste Cecilia Urdaniga Hung1
Rodrigo Ernesto Salazar Gamarra2
Renata de Vasconcellos Moura2
Luciano Lauria Dib3
Alfredo Mikail Melo Mesquita4

1Mestrandos em Prótese Dentária – Universidade Paulista.
2Doutorandos em Clínica Odontológica – Universidade Paulista.
3Professor titular da disciplina de Diagnóstico Bucal e do programa de pós-graduação/mestrado e doutorado – Universidade Paulista.
4Professor titular da disciplina de Prótese Dentária e do programa de pós-graduação/mestrado e doutorado – Universidade Paulista.

Resumo:

Objetivo: avaliar, por meio de extensometria, a infl uência da flange do implante de titânio na deformação superficial do osso. Material e métodos: um bloco de poliuretano simulando um osso tipo I mais corticalizado e menos medular (40 PCF) recebeu um implante de hexágono externo intraoral, sem flange 3,75 mm x 8,5 mm (G1) e um implante de hexágono externo extraoral, com flange 3,75 mm x 8 mm (G2). Em seguida, foram instalados componentes standard com 2 mm de altura de cinta metálica e cilindros metálicos para restauração provisória. Dois extensômetros lineares foram colados na superfície do bloco (mesial e distal de cada implante), e uma carga axial de 100 Ncm em uma máquina de ensaio universal foi aplicada, com cinco medições de microdeformação (με) para cada implante. Os dados foram submetidos ao teste Shapiro-Wilk para verifi car a homogenidade dos dados e em seguida ao teste t Student. Resultados: as médias e desvios-padrão obtidos foram: G1: 148,2 ± 5,84 e G2: 92,4 ± 11,24 μƐ, com diferença estatística significativa entre os grupos. Conclusão: os implantes extraorais tiveram melhor comportamento mecânico para as cargas axiais do que os implantes intraorais, sendo que a flange melhorou a distribuição da carga na superfície do bloco de poliuretano.

Unitermos:

Extensometria; Prótese facial; Flange; Implante extraoral; Implantes craniofaciais.

Abstract:

Objectives: to evaluate, by means of extensometry, the influence of the titanium implant flange on the superficial deformation of the bone. Material and methods: a polyurethane block simulating a more corticalized and less spinal type I bone (40 PCF) received an external intraoral hexagon implant with a 3.75 mm x 8.5 mm fl ange (G1) and an extraoral external hexagon implant, with flange 3.75 mm x 8 mm (G2). Subsequently, standard components with 2 mm high of metal strap and metal cylinders were installed for temporary restoration. Two linear strain gauges were glued to the surface of the block (mesial and distal of each implant), and an axial load of 100N in a universal test machine was applied with five microdemorphometric measurements (με) for each implant. The data were submitted to the Shapiro-Wilks test to verify the homogeneity of the data and then to the t-student test. Results: the means and standard deviations obtained were: G1: 148.2 ± 5.84 and G2: 92.4 ± 11.24 με, with signifi cant statistical difference between the groups. Conclusion: extraoral implants had better mechanical behavior for axial loads than intraoral implants, and the flange improved the load distribution on the surface of the polyurethane block.

Key words:

Extensometry; Facial prostheses; Flange; Extra-oral implant; Craniofacial implant; Strain gauge.
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