ImplantNewsPerio 2018 | V3N5 | Páginas: 908-15

Estudo comparativo in vitro da adaptação pilar-implante em diferentes modelos de conexão

In vitro comparative study of implant-abutment adaptation in different prosthetic connections

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Autor(es):

Sergio Alexandre Gehrke1
Berenice Anina Dedavid2

1Doutor em Biologia Celular e Molecular – Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Diretor da Biotecnos Research Center; Professor Catedrático da Universidade Católica Santo António de Múrcia.
2Professora do Depto. de Engenharia de Materiais – Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.

Resumo:

Objetivo: avaliar e comparar a adaptação entre pilar e implante em diferentes modelos de conexões, antes e após a ciclagem mecânica. Material e métodos: 80 conjuntos (pilar e implante) foram divididos em quatro grupos (n=20 por grupo): no grupo 1 (G1), foram utilizados conjuntos de conexão hexagonal externa; no grupo 2 (G2), foram utilizados conjuntos de conexão hexagonal interna; no grupo 3 (G3), foram utilizados conjuntos de conexão cone-morse; no grupo 4 (G4), foram utilizados conjuntos de conexão triangular. Todos os conjuntos testados apresentavam plataforma regular. A adaptação dos conjuntos foi medida através de microscopia eletrônica de varredura em três pontos predeterminados, após a aplicação do torque recomendado pelo fabricante para cada modelo, antes e após a ciclagem mecânica. Foram aplicados 360.000 ciclos simulando um ano de mastigação. Os dados obtidos foram analisados estatisticamente entre os grupos (p < 0.05). Resultados: as medidas médias mensuradas da adaptação dos conjuntos antes da ciclagem mecânica foram: 6,61 ± 0,80 μm para o G1; 4,21 ± 0,56 μm para o G2; 3,30 ± 0,47 μm para o G3; e 3,32 ± 0,68 μm para o G4. As médias obtidas da adaptação dos conjuntos após a ciclagem mecânica foram: 2,51 ± 0,52 μm para o G1; 1,85 ± 0,47 μm para o G2; 1,06 ± 0,41 μm para o G3; e 1,13 ± 0,42 μm para o G4. Conclusão: dentro das limitações desse estudo in vitro, todos os conjuntos testados apresentaram boa adaptação nos dois momentos testados.

Palavras-chave:

Implantes dentários; Conexões protéticas; Adaptação pilar-implante.

Abstract:

Objective: the objective of the present in vitro study was to evaluate and compare the adaptation between abutment and implant in different prosthetic connections, before and after mechanical cycling. Material and methods: forty sets (abutment and implant) were divided into 4 groups (n=10 per group): group 1 (G1), external hexagonal connection sets; group 2 (G2), internal hexagonal connection sets; group 3 (G3); cone morse connection sets; and group 4 (G4), triangular connection sets were used. All sets tested had a regular platform for each model. The adaptation of the assemblies was measured by scanning electron microscopy at 3 predetermined points after application of the torque recommended by the manufacturer for each model, before and after mechanical cycling. 360,000 cycles were applied simulating 1 year of mastication. The data obtained were statistically analyzed between the groups, being considered signifi cant the difference when p < 0.05. Results: the mean values of adaptation of the sets were: 6.61 ± 0.80 μm for G1; 4.21 ± 0.56 μm for G2; 3.30 ± 0.47 μm for G3; and 3.32 ± 0.68 μm for G4. The mean measures measured for adaptation of sets after mechanical cycling were: 2.51 ± 0.52 μm for G1; 1.85 ± 0.47 μm for G2; 1.06 ± 0.41 μm for G3; and 1.13 ± 0.42 μm for G4. Conclusion: within the limitations of this in vitro study, all sets (abutment-implant) tested showed good adaption between implant and abutment portions.

Key words:

Dental implants; Prosthetic connections; Abutmentimplant adaptation.
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