Publicado em: 31/05/2016 às 13h55

A relação entre a remodelação óssea após a extração dentária e as complicações em tecido mole de implantes

O artigo científico foi publicado no Journal of Clinical Periodontology.

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Sob coordenação dos Profs. Drs. Antônio W. Sallum e Paulo Rossetti, editores científicos da revista ImplantNewsPerio, elaboramos uma resenha crítica dos artigos que foram destaque em periódicos de circulação internacional. Este é um deles, confira!

De Bruyckere T, Eghbali A, Younes F, De Bruyn H, Cosyn J. Horizontal stability of connective tissue graft s at the buccal aspect of single implants: a 1-year prospective case series. J Clin Periodontol 2015;42:876-82.

Por que é interessante: as complicações mais frequentes de tecido mole de implantes unitários parecem estar relacionadas à deficiência de processo alveolar, que é o resultado da remodelação óssea e/ou perda de tecidos moles após a extração dentária.

Desenho experimental: foram selecionados 37 pacientes com implante unitário anterior em maxila e defeito alveolar horizontal, que necessitavam de enxerto de tecido conjuntivo (ETC) por razões estéticas. O ETC foi inserido na mucosa vestibular através da técnica de envelope, com incisão intrasulcular. A espessura da mucosa (EM) foi avaliada antes do ETC, imediatamente após duas semanas (remoção de sutura), três meses (instalação permanente de coroa) e um ano após a colocação do implante.

Os achados: o ganho de tecido mole imediatamente após o ETC foi de 1,07 mm, em média. O que restou desse ganho de tecido após um ano foi 0,97 mm, em média. Assim, a perda de tecidos moles ascendeu a 0,10 mm, sem diferença signifi cativa entre pacientes com biotipo fino ou espesso.

Conclusão: o enxerto de tecido conjuntivo aumenta a espessura da mucosa peri-implantar substancialmente, com estabilidade aceitável durante o período de um ano.

Veja o artigo original em: www.inpn.com.br/Link-16120567.

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