Publicado em: 07/10/2016 às 16h32

Classificação para o grau de corticalização do assoalho do seio maxilar

O artigo científico foi publicado no Clinical Implant Dentistry and Related Research.

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Sob coordenação dos Profs. Drs. Antônio W. Sallum e Paulo Rossetti, editores científicos da revista ImplantNewsPerio, elaboramos uma resenha crítica dos artigos que foram destaque em periódicos de circulação internacional. Este é um deles, confira!

Choucroun G, Mourlass J, Aff endi NHK, Froum SJ, Cho SC. Sinus floor cortication: classification and prevalence. Clin Implant Dent Relat Res 2016 (in press).

Por que é interessante:  os autores apresentam uma classificação para o grau de corticalização do assoalho do seio maxilar, com base em imagens por tomografia computadorizada.

Desenho experimental: 100 escaneamentos foram obtidos retrospectivamente dos arquivos de pacientes candidatos ao procedimento. Quatro classes foram estabelecidas: tipo 1 (assoalho do seio com densidade similar ou maior do que as áreas corticais circundantes); tipo 2 (assoalho
do seio com menos densidade do que as áreas corticais circundantes); tipo 3 – assoalho do seio sem osso cortical; e tipo 4 (assoalho do seio fundido ao osso natural da crista do rebordo).

Os achados: a prevalência maior de corticalização ocorreu nas classificações 1 e 2.

Conclusão: esta classificação é útil clinicamente porque determina se o implante dentário pode ser colocado imediatamente ou não ao levantamento do seio maxilar, ou até mesmo se ele pode ser colocado sem o levantamento do seio maxilar.

Veja o artigo original em: goo.gl/qk9DlY

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