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Publicado em: 28/08/2017 17h

Professores e congressistas exaltam sucesso do IN 2017

Implantodontistas e periodontistas presentes no evento manifestaram grande satisfação com a qualidade do evento, e movimentaram as redes sociais.

 

O encerramento das atividades do IN 2017 – Latin American Osseointegration Congress, no último dia 26, no Anhembi, em São Paulo, foi marcada por muitos elogios por parte do público e dos professores presentes no evento. Nas redes sociais, centenas de manifestações positivas vindas do Brasil e de mais 18 países serviram como termômetro para apontar o alto índice de satisfação do público.

O presidente do evento, Mario Groisman, atribuiu o sucesso do IN ao esforço da comissão organizadora na composição da programação científica. “A única maneira que temos de impactar a nossa cultura é através do conhecimento”.

Satisfeitos com o feedback positivo, os olhos dos organizadores já estão voltados para a próxima edição do congresso, em 2019. “Tivemos um índice de aprovação muito bom, em comparação a 2015. Ainda assim, temos consciência de que devemos continuar evoluindo permanentemente”, destaca Haroldo Vieira, coordenador executivo do IN 2017. “A edição 2019 já está prevista. Vamos aguardar as pesquisas de opinião para definir os últimos detalhes”.

Mestres que ajudaram a consolidar a especialidade no País, seguindo os ensinamentos de P-I Brånemark, se alternaram com os mais novos e com outros tantos, já mais experientes, em uma intensa troca de experiências vivenciadas em mais de 100 conferências, nos 24 cursos de imersão e nas seis mesas-redondas do encontro. “O IN traz, cada vez mais, o estado da arte do que representa a Odontologia moderna”, completa Groisman.

Estiveram presentes mais de 5.000 profissionais do setor, entre congressistas, visitantes e expositores. “Graças a um trabalho que vem sendo feito há mais de dez anos, o IN se tornou um dos congressos da especialidade mais conhecidos do mundo. Tudo isso nos deixa muito satisfeitos, embora acreditemos que podemos ir ainda mais longe”, conta Paulo Rossetti, coordenador científico internacional do IN 2017.



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