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Publicado em: 9/10/2018 95h7

O novo camisa 10 da reconstrução alveolar

Paulo Rossetti mostra como driblar os “cartões vermelhos” da doença periodontal e ganhar o campeonato da reconstrução alveolar sem “tapetão”.

Os melhores olheiros não se enganam. No campo oral, um dente possui dois destinos: ou vira poste (anquilosado) ou mantém seu deslocamento contínuo (erupção). No segundo caso, este movimento traciona as fibras do ligamento periodontal que acabam estimulando o osso alveolar. Dá jogo. Comprova a lei de Wolff e que a vida dentária é uma grande partida.

Entretanto, todo campeonato de reconstrução alveolar chega à fase final com alguns boleiros não aptos. E, tanto na defesa ou no ataque, perder o parceiro para o “cartão vermelho” da cárie ou da doença periodontal é mexer com os nervos da torcida.

Nestas horas, apelamos aos esquemas táticos: mesmo meio machucado, ainda tem muito “atleta radicular” batendo bola. É opção e marca ponto. A outra saída é usar o banco de reservas. Sim, tem muito biomaterial teimoso que não aprende os fundamentos. Chuveiro nele!

Mas, para alegria geral, já existe uma arma secreta. Não é tapetão ou cartola. Ela está no manual da FPF (Federação Periodontal de Futebol): basta fazer uma ampulheta na região cervical do pôntico para dar sucção (estímulo) contínuo às fibras do tecido gengival.

Esse novo camisa 10 promete ganhar o jogo.

 

Assista à coletiva de imprensa:

Simplifique a reconstrução do alvéolo sem usar biomateriais

 

Paulo Rossetti

Editor científico de Implantodontia da ImplantNewsPerio

 

 



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