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Publicado em: 1/30/2019 51h0

Osseointegração: quando três mundos colidem

Paulo Rossetti fala sobre os aspectos clínicos que devem ser avaliados na hora de instalar um implante.

Na Osseointegração, 5% é um número interessante. Para os processos clínicos mais controlados, ele representa a taxa de insucesso, perda do implante. Vamos colocar outro e ponto final.

Não, a história não termina aqui.

As hipóteses podem ser reunidas em três mundos:

  • Bacteriano: as bactérias periodontais poderiam atacar os implantes, gerando a peri-implantite. O problema aqui é o implante não ter ligamento periodontal;
  • Combinado: a análise de um único elemento não tem o mesmo impacto de vários elementos atuando em conjunto;
  • Imunológico: se os implantes são colocados em um “mar” de bactérias e sobrevivem, provavelmente a reação é do tipo imune, com formação de uma camada de osso compacto na tentativa de selar o titânio em relação ao ambiente interno (osso medular). É fato: as células do sistema imunológico se originam na medula óssea.

Mas na clínica, quais procedimentos devo tomar para garantir que o implante fique pelo maior tempo na boca do paciente? Só vamos entender quando aprendermos a lidar melhor com os três mundos.


Leia mais: https://www.for.org/en/learn/elibrary/proceedings-2018-oral-rehabilitation-symposium

 

 

 

 

 Paulo Rossetti

 Editor científico de Implantodontia da ImplantNewsPerio

 












 



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