Publicado em: 02/10/2018 às 08h30

Caso de sucesso com protocolos cerâmicos

Complexidade do caso foi compensada pela sintonia fina entre técnico ceramista, profissional reabilitador e paciente.

Vamos apresentar o relato de um caso cuja complexidade foi compensada pela sintonia fina entre o técnico ceramista (laboratório), o profissional reabilitador (clínica) e o objetivo final (paciente).

No caso a seguir, resumido em 42 imagens, os autores mostram uma sequência de passos que foram seguidos para atingir os objetivos idealizados pela paciente, que procurou ajuda com o intuito de melhorar aquilo que, segundo o senso comum, já estava em um nível elevado de qualidade.

Figura 1 – Vista inicial. Paciente relata a intenção de trocar as próteses por protocolos cerâmicos e quer que os anteriores apareçam mais.

 

Figura 2 – Visão in loco da curva do lábio inferior. Nota-se que o plano oclusal na região dos dentes anteriores superiores não acompanha a linha úmida do lábio inferior, fato que corrobora o desejo da paciente.

 

Figura 3 – Visão craniocaudal do sorriso, revelando que a borda incisal dos anteriores superiores não repousa sobre o lábio inferior.

 

Figura 4 – Protocolo metaloplástico em bom estado usado pela paciente e que servirá de modelo físico para a digitalização da reabilitação.

 

Figura 5 – Confecção de mock-up para test drive estético e funcional, o que serviu para a paciente confirmar seu pleito e dar segurança aos reabilitadores de que o planejamento seria adequado.

 

Figura 6 – Mock-up.

 

Figura 7 – Mock-up.

 

Figura 8 – Mock-up.

 

Figura 9 – Virtualização dos protocolos em uso já com as alterações feitas para confeção das infraestruturas em zircônia. Modelos virtuais em máxima intercuspidação escaneados e ocluídos.

 

Figura 10 – Processo de sobreposição das imagens e redução anatômica para a confecção da infraestrutura.

 

Figura 11 – Projeto concluído para a verificação do espaço a ser ocupado pela cerâmica com a sombra da referência da montagem dos dentes.

 

Figura 12 – Infraestruturas em zircônia finalizadas após fresagem e sinterização cromatizada.

 

Figura 13 – CAD/CAM.

 

Figura 14 – Estrututras em zircônia prontas para a ceramização.

 

Figura 15 – Checagem do espaço disponível para a aplicação de cerâmica por meio de um índex em silicone pesado (muralha).

 

Figura 16 – CAD/CAM.

 

Figura 17 – Início do trabalho artístico de ceramização do superior, com o protocolo inferior metaloplástico como antagonista.

 

Figura 18 – Primeira queima.

 

Figura 19 – Segunda queima.

 

Figura 20 – Queima final para ajustes.

 

Figura 21 – Resultado final após texturização e controle de brilho.

 

Figura 22 – Processo de ceramização do inferior, tendo agora o protocolo ceramocerâmico superior como antagonista.

 

Figura 23 – Resultado final do inferior.

 

Figura 24 – Intimidade dos túneis de parafusamento.

 

Figura 25 – Resultado final em articulador.

 

Figuras 26 a 28 – Cerâmica.

 

Figura 29 – Relação estável.

 

Figuras 30 a 34 – Cerâmica.

 

Figura 35 – Prova final.

 

Figuras 36 a 42 – Resultado final.

 

 

 

 
   

Coordenador:

Hilton Riquieri

Especialista, mestre e doutor em Prótese Dentária pelo ICTUnesp, São José dos Campos/SP.

 

 

 

 
   


Colaboradores:

Pablio Caetano 

Técnico em prótese dentária – Universidade Federal de Uberlândia (UFU); Autor do livro Prótese Fixa – Protocolo Cerâmico (Editora Napoleão/Quintessence Brasil); Diretor proprietário do Laboratório NewLab, em Uberlândia (MG).

 

 

 

 
   

 

João Christovão Palmieri Filho

Mestre em Ciências da Saúde/Prótese Dentária – UnB; Especialista em Implantodontia – ABO/DF; Especialista em Reabilitação Oral – Clínica Dato/Anibal Alonso, em Buenos Aires (Argentina); Diretor do IPO.

 

 

 

 
   

 

Pâmela Cândida Aires Ribas de Andrade

Pesquisadora visitante em nível de pós-doutorado do Depto. de Desenvolvimento Craniofacial e Biologia de Células-Tronco – King’s College London; Especialista em Prótese Dentária – HRAC/Centrinho, USP; Doutora, mestra e especialista em Implantodontia – UFSC.